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| Imagem "O Brasil atual" |
As razões podem ser as mais diversas:
1) Doutrinação maniqueísta: O “bem” (“nós do
PT”) contra o “mal” (“eles da oposição”)! "Quem não está comigo está
contra mim";
2) A permissão e incentivo ao "Marxismo
Cultural", desde a época da ditadura militar, nas universidades, escolas,
igrejas, redações de jornais, rádios, TVs etc;
3) Militantes ou “inocentes úteis” doutrinados
para difundir a ideia da necessidade de perpetuação de partidos de esquerda no
poder e propagar a utopia socialista como a única estratégia para melhoria das
condições de vida dos mais pobres;
4) Pessoas que estão se locupletando do poder e das
"benesses" do governo;
5) Desinformação.
Quanto à melhoria das condições socioeconômica
da população mais pobre, os méritos não podem ser creditados ao PT,
porquanto este partido não tem demonstrado, no parlamento e nas ações de
governo, que esteve ou está preocupado, verdadeiramente, com a situação dos
pobres brasileiros, pelas ocorrências seguintes:
1) Quando era oposição, poderia ter demonstrado
coerência e defendido os programas assistenciais do governo da época. Mas,
ao contrário, era uma voz sempre contra, porque acusava que era um
"programa eleitoreiro"! Hoje, quando o PT descobriu que esse programa
ajuda na reeleição e na perpetuação do poder, tornou-se o melhor programa do
mundo!
2) Uso do “lema” de que “os fins justificam os
meios”, “rouba mas faz” etc, através da prática de coligações com partidos e
políticos antes “condenados” pelo próprio PT e que sempre defenderam esses
“expedientes”, a exemplo das alianças com Paulo Maluf (PP), José Sarney,
Roseana Sarney, Renan Calheiros, Jader Barbalho... (PMDB), Fernando Collor
(PTB) e “por aí vai”;
3) Falta de incentivos ao empreendedores urbanos,
por conta dos altos índices de taxações, e ao empresários rurais, mediante o
apoio aos movimentos ilegais, a exemplo do MST, apesar da classe empresarial
representar a categoria que, na realidade, gera emprego e renda para dar
dignidade ao trabalhador brasileiro;
4) “Sucateamento” dos hospitais públicos e
Hospitais Universitários “deste país”, para onde os menos favorecidos se
dirigem a fim de tratamento de saúde;
5) Defesa de “caciques” políticos petistas
envolvidos em corrupção no serviço público, com frases do tipo “estamos
juntos”. Políticos estes já julgados pelo STF;
6) Negociação de cargos públicos e de recursos
de emendas parlamentares para aprovação de matérias de interesse do governo,
mesmo àquelas questionadas pela população, a exemplo do Marco Civil da
Internet, redução da maioridade penal etc;
7) Aparelhamento do Estado, com a
“contratação” de apadrinhados políticos, onerando ainda mais os custos da
máquina administrativa federal;
8) Pouca parcimônia com os recursos
arrecadados dos contribuintes, podendo
estes ser melhor destinados para garantir educação e saúde de qualidade,
infraestrutura portuária, rodoviária e aeroviária, investimento no sistema
elétrico, saneamento básico, mobilidade urbana, redução da violência etc. E não
destinar recursos públicos às ditaduras de Cuba, Venezuela, países africanos
etc sem aprovação do Congresso Nacional;
9) Prejuízos bilionários às empresas estatais,
a exemplo da Petrobras;
10) Por estar na oposição antes de 2002, causou
muitos obstáculos e foi contrário ao Plano Real, à Lei de Responsabilidades
Fiscais, ao controle da inflação etc, políticas estas defendidas pelo governo
da época...!
Todas essas decisões e outras mais praticadas
pelo PT não ajudaram, certamente, àqueles que mais precisavam e precisam da
ação governamental para alcançar uma vida digna e próspera. Muito pelo contrário, os governos de esquerda parecem "alimentar" uma necessidade de dependência permanente dos pobres por ações do Estado! Porque se não for assim "acaba a utopia socialista"!
Com essas incertezas e inseguranças, esse é o
país desejado para o cidadão viver bem com sua esposa, filhos, netos, demais familiares,
amigos, colegas de trabalho, com a sociedade em geral...?
Depois de mais de 500 anos do descobrimento do
Brasil, o que se pretende é que o país realmente alcance, definitivamente, a
estabilidade política, social e econômica que todos almejam, com educação e
saúde pública de qualidade; ética e eficiência dos Poderes Executivo, Legislativo
e Judiciário; trabalho, honestidade e respeito entre empreendedores e
trabalhadores, a fim de garantir o bem estar de gerações atuais e
futuras do nosso país.
____________________
* Links relacionados:
- http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/opiniao-2/nos-nos-e-nos-um-texto-de-j-r-guzzo/
- http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/democracia/o-pt-e-seu-maniqueismo-tosco/
- http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/democracia/o-pt-e-seu-maniqueismo-tosco/
- https://www.youtube.com/watch?v=VyGQCs6RHd4&list=PL3C5CB833F0175C0D -
Sobre o marxismo cultural
-
https://www.youtube.com/watch?v=e8UqLxzOUkk
– Sobre o julgamento do mensalão- https://www.youtube.com/watch?v=QZ3uN4Hfb68 - Vídeo que circula em Portugal sobre o ex-presidente Lula
- https://www.youtube.com/watch?v=vKVi0y4zwOA - Professora da USP fala sobre empréstimo do Brasil à Cuba

Um comentário:
Por Morris Kachan - Blog do Morris - Folha de S.Paulo 13/05/2014 - 19h41 - Trecho da entrevista ao jurista Ives Gandra Martins
Como se define politicamente?
"Não acredito em ideologias, acredito em eficiência de um governo. Quando um cidadão assume o poder, se identifica com ele, se considera vocacionado. Detesto demagogia e populismo.
6% do orçamento está comprometido com os gastos dos programas sociais do governo Lula e influem diretamente na reeleição de Dilma –Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Mais Médicos etc.
Tenho a impressão de que estamos destruindo as instituições brasileiras. Acho que estamos vivendo um momento de carência absoluta de estadistas. Dilma indiscutivelmente demonstrou incapacidade e prepotência.
Precisamos de um Estado mais enxuto. Obama tem 200 cargos comissionados, Dilma tem mais de 20 mil. O Brasil perdeu uma grande oportunidade de crescer no momento em que o mundo estava em crise."
* Para ler a entrevista completa, clique http://blogdomorris.blogfolha.uol.com.br/2014/05/13/ives-gandra-martins-critica-decisao-do-stf-e-fala-em-indenizacao/
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